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segunda-feira, 26 de julho de 2010

IMPLANTAÇÃO DE USINAS DE BIOCOMBUSTíVEIS

O governador Jackson Lago assinou em novembro de 2007, um protocolo de intenções com o grupo norte-americano Comanche Clean Energy, que previa a implantação de um arrojado empreendimento para produção de biocombustíveis no Maranhão. De acordo com o projeto, seriam construídas duas usinas - uma para a produção de etanol e outra para a produção de biodiesel- num investimento da ordem de US$ 300 milhões, programadas para gerar, no prazo de quatro anos, 4.500 empregos diretos.

O projeto representou o maior anúncio de investimento na área de biocombustíveis, em toda a região Norte e Nordeste do país. O empreendimento, com elevada geração de empregos, foi trazido para o Maranhão em razão da abundância de terras e ainda em decorrência da formidável logística de exportação que o Maranhão possui, através do seu Complexo Portuário da Baía de São Marcos.

Mais uma vez o Governo Interrompido demonstrou que defendia a sustentabilidade, o meio ambiente, que era responsável, competitivo e empreendedor.

quarta-feira, 5 de maio de 2010

VISÃO EMPREENDEDORA DO GOVERNO JACKSON LAGO PROPORCIONOU INVESTIMENTOS E GERAÇÃO DE EMPREGOS

A base para a formação de uma sociedade mais humana e igualitária é fundamentada, na educação de qualidade, na saúde ao alcance de todos e na geração de empregos. O Maranhão viveu muito tempo sem investimentos na área industrial e no agronegócio, o que gerou uma das maiores taxas de desemprego do país em nosso Estado.

Em campanha a governador, Jackson Lago ouviu muitos pedidos dos eleitores e via que ali, naquelas pessoas, que representavam a sociedade civil é que ele poderia tirar as melhores ações do seu governo e assim governar para todos. Dentre esses pedidos ouvia-se que o povo queria trabalhar, queria sustentar suas famílias de forma digna. Como estratégia, o Governo Jackson promoveu a atração de novos empreendimentos para resolver uma equação simples, porém trabalhosa , mas que com esforço, seriedade e dinamismo foi realizado em apenas 2 anos. Um governo bem administrado com visão de futuro, mais novos empreendimentos, é igual à contratação de mão obra maranhense, que somados a inclusão de empresas locais como fornecedora para estes empreendimentos, tem como resultado o desenvolvimento econômico do Estado e foi exatamente o que ocorreu entre janeiro de 2007 e abril de 2009. Em entrevista ao Jornal Gazeta do Brasil ao falar de todos os investimentos para o Estado o ex-secretário Julio Noronha afirmou, “o impacto será transformador e revolucionário na economia maranhense”, e conforme constatou o Ministério do Trabalho e Emprego , foi mesmo. Segundo o órgão o Maranhão apresentou maior taxa de crescimento de empregos formais do país em 2008, superior até a média nacional. O Maranhão aumentou 7,19%, em relação a dezembro de 2007, enquanto a média nacional foi de 5,01%. Foram 19.344 postos criados.

No primeiro ano de gestão, o Governo Interrompido atraiu 32 empresas para investir no Estado, através de articulações da Secretaria de Indústria e Comercio, destas 25 acreditaram na proposta e na seriedade do Governo que abria novos horizontes e passaram a investir no Maranhão, outras 7 ampliaram seus projetos. Isso representou mais de 3 bilhões de investimentos no Maranhão e uma expectativa de 200 mil empregos gerados. Dentre essas ações podemos destacar: a empresa Suzano Papel e Celulose (US$ 2 bi), a Termoelétrica Porto do Itaqui (R$ 1 bi), a Acearia Gusa Nordeste (R$ 331 mi) e a Notaro Alimentos (R$ 150 mi), além da Refinaria da Petrobras que inclusive foi lembrada pelo atual secretário de Indústria e Comércio Mauricio Macedo que em audiência pública na Assembléia Legislativa no mês passado ao ser questionado por populares revelou, “reconheço que esse projeto é fruto do governo passado”.